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domingo, 25 de agosto de 2013
Muita figura e pouco texto - Vol.4 Jeniffer Lo-Fi na Galeria Olido
Fotos do show da banda Jeniffer Lo-fi que aconteceu na galeria Olido (sp), dia 09 de Julho de 2011.
sábado, 24 de agosto de 2013
Muita Figura e Pouco Texto - Vol.14 - São Tomé das Letras
Recentemente tive o prazer de conhecer a famosa cidade magica de São Tomé das Letras (MG) e por todos os lados se via fadas, duendes, Bob Marley, magos Jim Morrison, bancas de artesanato e pessoas andando pra cima e pra baixo com um misto de tranquilidade e felicidade lisérgica e, é claro, um paisagem linda. Porcamente resumindo, essas foram minhas primeiras impressões.
Tive a oportunidade de conversar brevemente com um dos nativos neo-hippies e saber um pouco mais sobre como é morar num lugar como esse, com belas cachoeiras (que não conheci), comendo só o que planta (trabalho braçal não é muita a minha praia) lições diárias de esoterismo (me abstenho de comentários) e pensei "não consigo!".
O que ficou dessa viajem foi a sensação de alivio por ter quebrado a rotina, conhecido um lugar novo, feito novos amigos, a sensação de que preciso viajar com mais frequência e essas fotos que fiz.
Espero que gostem.
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| E com essa eu consegui um trabalho na revista Trip. |
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| Cachorro vira lata dentro do restaurante é normal por lá. Esse ai era bem simpático até. |
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| A tranquilidade da cidade trouce a tona minhas tendencias minimalistas. |
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| Camisa do Polara definitivamente não era uma tendencia por lá. O mesmo não se pode dizer sobre as do Raul Seixas. |
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| Tinha até gente tocando flauta no rolê, vejam vocês. |
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| Os encantos da culinária mineira <3 |
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| De rolê pela quebrada. |
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| É um vício, eu confesso. Me acompanha onde quer que eu vá. |
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Trilha sonora da vez: Tedeschi Trucks Band - Midnight in Harlem
Me apresentaram essa banda um pouco antes da viagem, essa musica em especial foi reproduzidas várias e várias vezes durante o percurso. Entrou para a minha lista de favoritas pra ouvir na estrada (ou no trem, a caminho do trampo).
terça-feira, 27 de março de 2012
Sorrisos e Lágrimas
Segunda-feira, 26 de março de 2012, cansaço mental e físico, raiva, preguiça, mau humor, dor de cabeça, ressaca moral e a derradeira e mórbida perspectiva que mais uma semana de vida vai-se embora sentado numa mesa, com o ar condicionado glacial fodendo com o meu sistema respiratório. Nada de novo.
Eu voltava pra casa de metrô, tentando me decidir entre um suicídio dramático na estação, um atentado terrorista ou ir pra casa comer uma janta requentada em frente ao computador. Optei pela última opção, para o azar do Brasil Urgente.
Na plataforma numero 4 da estação Brás, eu esperava o trem chegar enquanto flertava com a idéia de ir direto pra cama ao chegar em casa, sem nem dizer boa noite.
Um vagão vai parando devagar na minha frente, olho pela janela e confirmo minhas suspeitas: todos os bancos estavam ocupados. Entro no trem como quem entra num velório, dou uma rápida olhada no ambiente e avalio minhas opções. Ando mais um pouco em direção ao fundo do pau-de-arara e me sento no chão junto com os outros derrotados.
Totalmente imerso em meus pensamentos e na voz de Ian Curtis sussurrando tristeza e genialidade, eu me esqueci por um momento de onde eu estava. Aos poucos fui tomando consciência das coisas ao meu redor e no meio daquele mar de rostos cansados e apáticos, deparei-me com uma garota muito bonita, absorta olhando através do vidro, aparentemente sem ver nada além da escuridão do lado de fora. Peguei-me olhando fixamente pra ela pelo que me pareceu ser uma eternidade. Algo em seu rosto, além da beleza, me chamou a atenção e a minha genuína curiosidade não me deixou desviar o olhar.
A moça saiu de seu transe por um instante e pegou o celular de dentro da bolsa pra mudar a musica. De repente, sem se dar conta dos olhos postos em cima dela ou talvez sem se importar com eles, ela chorou. Uma torrente de lágrimas escorria pelo seu rosto, deixando no caminho um fino borrão na maquiagem. Eu não saberia explicar meus motivos, mas não vi tristeza naquele pranto. Talvez pelo meu estado emocional, carente por coisas inusitadas e belas, fiquei admirando aquilo sentindo algo que já não se limitava à curiosidade.
As pessoas aos poucos se deram conta da situação, olhavam de soslaio para não deixar a moça sem graça e depois voltavam a fingir que nada acontecia, só eu me mantive firme sem saber bem o motivo. Por um momento fugaz nossos olhos se cruzaram e, contrariando as minhas próprias expectativas, não me embaracei e sustentei o olhar.
Ficamos ali, por um segundo infinito, nos fitando com mutua incredulidade até que ela me abriu um sorriso tão lindo e sincero que eu não pude deixar de retribuir.
Senti minhas mãos suando e meu coração batendo mais rápido de uma forma tão assustadoramente forte que eu devo ter deixado transparecer numa feição de satisfação e surpresa agradável que o momento me proporcionou. Com um gesto quase que automático, passei de leve a mão sob meus olhos e senti meus dedos úmidos: uma lágrima descia tímida pela minha bochecha direita. Achei aquilo engraçado e a moça riu junto comigo, se levantou e, por um momento eu tive a esperança de que estivesse vindo em minha direção, mas ela se dirigiu à porta e saiu depois de me lançar um último olhar e acenar de leve com a mão livre. Acenei de volta e a vi se afastando, com seus passos convictos e seu cabelo liso balançando de um lado pro outro, livres.
Só depois de tê-la perdido de vista é que me dei conta que ainda estava dentro de um trem cheio de gente me olhando com cara de paisagem. Não me importei. Enquanto eu saia da estação, ziguezagueando pela multidão, eu só conseguia pensar naquela moça e no que aquilo tudo tinha significado. Não cheguei à conclusão nenhuma, mas tinha certeza de que eu precisava transformar essa experiência em algo que valesse a pena ler, como forma de honrar a inspiração que ela me deu.
Não tive coragem de perguntar o motivo do choro da moça, porém as circunstanciais me fizeram crer (ou minha imaginação me convenceu) que a musica que ela ouvia lhe trousse alguma boa lembrança. Gosto de pensar que esse foi um momento único, na minha vida e na dela, e que provavelmente ela não vai me esquecer tão cedo assim como eu não vou esquecê-la.
Segunda-feira, 26 de março de 2012. Tudo diferente.
Obrigado, desconhecida, pelo teu sorriso.
Cartola - Disfarça e Chora
Achei a canção propícia. Enjoy!
Cartola - Disfarça e Chora
Achei a canção propícia. Enjoy!
domingo, 11 de março de 2012
Muita figura e pouco texto - Vol.13 Twinpines, Kamau e Ogi
Uma fatídica tarde de domingo e uma missão (quase) impossível: assistir três shows no mesmo dia. Não foi fácil, mas no fim deu certo e consegui ver Ogi e Kamau encerrando o evento de skate "King of São Paulo" que rolou em Itaquera e logo em seguida sai correndo pra assistir a segunda apresentação de lançamento do novo EP do Twinpines na loja Hotel Tees . Enquanto eu não estava pulando e cantando, deu pra registrar umas imagens legais, e ai estão elas.
Ta tudo misturado, mas juro que é de coração rs.
Aproveitem! =D
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| \o/ |
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| Não é grunge se não tiver microfonia! |
| Participação especial....que não sabia a letra rs |
| Simba |
Três shows, três musicas
Twinpines - Love Hill
Ogi - Por Ai Vou Vagar
Kamau - Só
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